Quebra do Lehman Brothers, nos EUA, iniciou fase aguda da crise mundial – a quebra do banco Lehman Brothers, há 12 meses, iniciou a fase mais aguda da crise financeira, período marcado pela fragilidade do sistema bancário norte -americano e mundial, que só foi superado por conta de intervenções pesadas dos Governos de diversos países, que colocaram bilhões de ólares nos mercados financeiros e empresas para impedir um colapso e uma crise ainda maior.
Economia brasileira se recupera e sai da crise: PIB avança 1,9% no 2T’09 – a divulgação pelo IBGE dos dados do Produto Interno Bruto, indicador que mede a riqueza produzida pelo país, mostrou que a crise mundial levou a economia brasileira a uma rápida recessão de dois trimestres, causada, pelo lado da oferta, por uma forte queda da atividade industrial e, pelo lado da demanda, por uma súbita retração dos investimentos. Frente ao 1T’09, o PIB cresceu 1,9% (7,8% na taxa anualizada), com destaque para a recuperação da indústria e a manutenção do crescimento dos serviços, ambos devidos a um forte desempenho do consumo. Apesar de estarmos crescendo na comparação com o 2T’08, a atividade produtiva está abaixo de seus valores de um ano atrás, uma vez que a queda da atividade industrial ainda não foi superada. De qualquer forma, o aspecto mais importante é que dentro do grupo das principais economias mundiais, o Brasil foi um dos poucos países a apresentar rápida recuperação desde o pior momento da crise, sem sequer apresentar queda no consumo.
Cotações se recuperam, e quem investiu durante a crise obteve ganhos expressivos – a forte oscilação dos preços das ações brasileiras foi um aspecto marcante nestes últimos 12 meses. O retorno positivo de 11% na comparação com um ano atrás não mostra que as ações chegaram a cair 44% em pouco mais de 40 dias, entre meados de setembro de 2008 e o final de outubro daquele ano, pressionadas pela forte saída de investidores estrangeiros. Apesar de significativa, a recuperação dos valores ocorreu aos poucos, ao longo de 2009, com a alta do Ibovespa atingindo 55% em 2009 e quase 100% desde o pior momento, em 27/10/08, favorecendo os investidores que aproveitaram o período de crise e cotações baixas para ampliar seus aportes, adquirindo cotas a preços bastante reduzidos – a alta do GF Programado FIA em 2009 alcança 59%, enquanto o Geração FIA acumula ganhos de 65% no atual exercício.
Perspectiva de PIB em alta e juros em queda favorece investimento em ações – a confirmação da rápida recuperação da economia brasileira em meio à crise mundial reforça as perspectivas positivas de crescimento e desenvolvimento mais acelerado do país já a partir de 2010. Neste contexto, o cenário macroeconômico marcado pelos menores juros da história,inflação sob controle e consumo em ritmo acelerado, favorece amplamente o investimento em ações, sendo explicado tanto pelas projeções de que os lucros das companhias brasileiras crescerão substancialmente nos próximos anos, quanto pela provável migração de recursos dos investidores brasileiros, que em busca de retornos maiores destinarão uma maior parte de suas aplicações ao mercado acionário – aumentando o preço dos ativos. Essa posição favorável do Brasil no contexto mundial também contribui para que os recursos de investidores estrangeiros continuem entrando na Bovespa, ampliando a rentabilidade dos atuais aplicadores.
Fonte: Informativo Geração Futuro
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
PIB do Brasil cresce 1,9% no 2º trimestre, confirmando percepção otimista de recuperação na crise mundial
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informativo
Mercado de ações: Fundamentos e definições
Introdução
Quanto mais desenvolvida é uma economia, mais ativo é o seu mercado de capitais, o que se traduz em mais oportunidades para as pessoas, empresas e instituições aplicarem suas poupanças.
Ao abrir seu capital, uma empresa encontra uma fonte de captação de recursos financeiros permanentes. A plena abertura de capital acontece quando a empresa lança suas ações ao público, ou seja, emite ações e as negocia nas bolsas de valores.
E você, ao adquirir ações, passa a ser também sócio da empresa - um acionista.
O que é uma Companhia Aberta?
Uma companhia é considerada aberta quando promove a colocação de valores mobiliários em bolsas de valores ou no mercado de balcão.
São considerados valores mobiliários: ações, bônus de subscrição, debêntures, partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública.
Ações: títulos nominativos negociáveis que representam, para quem as possui, uma fração do capital social de uma empresa.
Bônus de subscrição: títulos nominativos negociáveis que conferem ao seu proprietário o direito de subscrever ações do capital social da companhia emissora, nas condições previamente definidas.
Debêntures: títulos nominativos negociáveis representativos de dívida de médio/longo prazos contraída pela companhia perante o credor, neste caso chamado debenturista.
Outros títulos menos usuais: partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública com ampla divulgação.
As operações de abertura de capital precisam ter autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o órgão fiscalizador do mercado de capitais brasileiro, o qual também registra e autoriza a emissão dos valores mobiliários para distribuição pública.
As companhias abertas devem atender a diversos requisitos, definidos na Lei das S.As. e nas regulamentações da CVM, com o objetivo de garantir a confiabilidade das informações e demonstrações financeiras divulgadas. O mercado considera que a plena abertura de capital ocorre quando há o lançamento de ações ao público, em função das transformações impostas à empresa e pelo incremento no volume de negócios com seus títulos.
O que são Ações?
Quanto mais desenvolvida é uma economia, mais ativo é o seu mercado de capitais, o que se traduz em mais oportunidades para as pessoas, empresas e instituições aplicarem suas poupanças.
Ao abrir seu capital, uma empresa encontra uma fonte de captação de recursos financeiros permanentes. A plena abertura de capital acontece quando a empresa lança suas ações ao público, ou seja, emite ações e as negocia nas bolsas de valores.
E você, ao adquirir ações, passa a ser também sócio da empresa - um acionista.
O que é uma Companhia Aberta?
Uma companhia é considerada aberta quando promove a colocação de valores mobiliários em bolsas de valores ou no mercado de balcão.
São considerados valores mobiliários: ações, bônus de subscrição, debêntures, partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública.
Ações: títulos nominativos negociáveis que representam, para quem as possui, uma fração do capital social de uma empresa.
Bônus de subscrição: títulos nominativos negociáveis que conferem ao seu proprietário o direito de subscrever ações do capital social da companhia emissora, nas condições previamente definidas.
Debêntures: títulos nominativos negociáveis representativos de dívida de médio/longo prazos contraída pela companhia perante o credor, neste caso chamado debenturista.
Outros títulos menos usuais: partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública com ampla divulgação.
As operações de abertura de capital precisam ter autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o órgão fiscalizador do mercado de capitais brasileiro, o qual também registra e autoriza a emissão dos valores mobiliários para distribuição pública.
As companhias abertas devem atender a diversos requisitos, definidos na Lei das S.As. e nas regulamentações da CVM, com o objetivo de garantir a confiabilidade das informações e demonstrações financeiras divulgadas. O mercado considera que a plena abertura de capital ocorre quando há o lançamento de ações ao público, em função das transformações impostas à empresa e pelo incremento no volume de negócios com seus títulos.
O que são Ações?
Ações são títulos nominativos negociáveis que representam, para quem as possui, uma fração do capital social de uma empresa. Ação é um pedacinho de uma empresa.
Com um ou mais pedacinhos da empresa, você se torna sócio dela.
Com um ou mais pedacinhos da empresa, você se torna sócio dela.
Quais são os tipos de ação?
As ações podem ser:
ordinárias, que concedem àqueles que as possuem o poder de voto nas assembléias deliberativas da companhia; ou
preferenciais, que oferecem preferência na distribuição de resultados ou no reembolso do capital em caso de liquidação da companhia, não concedendo o direito de voto, ou restringindo-o.
As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa.
As ações também podem ser diferenciadas por classes: A, B, C ou alguma outra letra que apareça após o "ON" ou o "PN". As características de cada classe são estabelecidas pela empresa emissora da ação, em seu estatuto social. Essas diferenças variam de empresa para empresa, portanto, não é possível fazer uma definição geral das classes de ações.
O que são dividendos?
Uma empresa deve dividir os lucros com seus acionistas. Essa parcela direcionada aos detentores de ações é conhecida como dividendo. Ou seja, os dividendos correspondem à parcela de lucro distribuída aos acionistas, na proporção da quantidade de ações detida, apurado ao fim de cada exercício social. O estatuto social de uma companhia pode estabelecer o dividendo mínimo a ser distribuído, desde que não seja inferior a 25% de seu lucro líquido ajustado. Caso não haja previsão no estatuto social, o dividendo obrigatório deve corresponder, no mínimo, à metade do lucro líquido ajustado.
Quando uma empresa vai bem, ela divide os lucros com quem tem suas ações.
Isso são dividendos.
E bonificações?
As bonificações correspondem à distribuição de novas ações para os atuais acionistas. Excepcionalmente pode ocorrer a distribuição de bonificação em dinheiro.
Como funcionam as subscrições de novas ações?
Os acionistas têm ainda preferência na compra de novas ações emitidas ou direito de preferência na subscrição. Além de garantir a possibilidade de manter a mesma participação no capital total, esse direito pode significar ganho adicional, dependendo das condições do lançamento. Por fim, se não exercido, o direito pode ser vendido a terceiros.
Os Mercados Primário e Secundário
Você sempre ouve falar em Mercado Primário e Secundário. O que significa?
O Mercado Primário compreende o lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia.
Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações e outros ativos, geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação).
Operações como a colocação inicial, junto ao público, de grande lote de ações detido por um acionista podem caracterizar operações de abertura de capital, exigindo registro na CVM. Apesar da semelhança com o mercado primário, os recursos captados vão para o acionista vendedor (e não para a companhia), determinando, portanto, uma distribuição no Mercado Secundário.
O que são Bolsas de Valores?
São locais que oferecem condições e sistemas necessários para a realização de negociação de compra e venda de títulos e valores mobiliários de forma transparente. Além disso tem atividade de auto-regulação que visa preservar elevados padrões éticos de negociação, e divulgar as operações executadas com rapidez, amplitude e detalhes.
O que são Corretoras de Valores?
São instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Executam operações de compra e venda de ações ou de derivativos na Bolsa, em nome de seus clientes.
Há várias Corretoras aptas a negociarem em nome de seus clientes na BOVESPA.
Elas podem ajudar você a escolher as melhores opções de investimento, de acordo com o seu perfil, já que elas contam com profissionais especializados em análise de mercado, de setores da economia e de companhias. Por acompanharem o mercado o tempo todo, avaliando os principais acontecimentos, as empresas que estão progredindo e os fatores que podem gerar mudanças de cenário, as Corretoras prestam um serviço essencial aos investidores.
Corretora de Valores é a instituição que compra e vende ações para você.
Saiba mais sobre as Corretoras - clique aqui.
Quem são os Investidores?
São indivíduos ou instituições que aplicam recursos em busca de ganhos a médio e longo prazos, que operam nas Bolsas por meio de Corretoras e distribuidoras de valores, as quais executam suas ordens e recebem corretagens pelo seu serviço.
Investidores são os clientes das Corretoras.
Mercados a Vista e de Derivativos
As operações na Bolsa podem ser efetuadas nos seguintes mercados:
a Vista, no qual compradores e vendedores estabelecem um preço para um lote de ações a ser entregue e pago no prazo determinado, atualmente D+3;
a Termo, no qual as partes fixam um preço para a liquidação físico-financeira da ação em prazo futuro determinado;
de Opções de compra ou venda, no qual as partes negociam o direito de comprar/vender a ação a preço e prazo futuro determinados; e
Futuro, no qual ocorre a compra ou venda de ação a um preço acordado entre as partes para liquidação em data futura específica.
Como escolher uma Ação
As ações com o objetivo de obter ganho(s) a médio e longo prazos, em oposição a resultados imediatos, podem ser divididas em:
"blue chips" ou de 1ª linha - são ações de grande liquidez (grande quantidade de negócios) e procura no mercado de ações por parte dos investidores, em geral de empresas tradicionais, de grande porte/âmbito nacional e excelente reputação;
de 2ª linha - são ações um pouco menos líquidas, de empresas de boa qualidade, em geral de grande e médio portes;
de 3ª linha - são ações com pouca liquidez, em geral de companhias de médio e pequeno portes (porém, não necessariamente de menor qualidade), cuja negociação caracteriza-se pela descontinuidade;
A Dinâmica das Operações em Bolsa
Execução
O intermediário financeiro (Corretora) dispõe de profissionais especializados, capacitados a dar orientações sobre investimentos, receber ordens dos investidores e transmiti-las aos operadores qualificados por ele que têm acesso ao sistema de negociação das Bolsas.
Existe ainda a possibilidade do investidor dar sua ordem de compra ou venda de uma ação, via Internet, usando o site de sua Corretora (Home Broker). Nesse caso, o investidor estará enviando sua ordem diretamente ao sistema da Bolsa.
Liquidação
Executada a ordem de compra/venda de uma ação, ocorre a liquidação física e financeira, processo pelo qual se dá a transferência da propriedade dos títulos e o pagamento/recebimento do montante financeiro envolvido, dentro do calendário específico estabelecido pela Bolsa para cada mercado.
No mercado a vista, vigora o seguinte fluxo de liquidação:
D+0 - dia da operação;
D+1 - prazo para os intermediários financeiros (Corretoras) especificarem as operações por eles executadas junto à Bolsa;
D+2 - entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, caso ainda não estejam na custódia da CBLC;
D+3 - liquidação física e financeira da operação.
A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes.
A BOVESPA utiliza a CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia para liquidar as operações realizadas em seus mercados.
As Corretoras da BOVESPA e outras instituições financeiras são os Agentes de Compensação da CBLC, responsáveis pela boa liquidação das operações que executam para si ou para seus clientes.
Fonte: Bovespa
ordinárias, que concedem àqueles que as possuem o poder de voto nas assembléias deliberativas da companhia; ou
preferenciais, que oferecem preferência na distribuição de resultados ou no reembolso do capital em caso de liquidação da companhia, não concedendo o direito de voto, ou restringindo-o.
As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa.
As ações também podem ser diferenciadas por classes: A, B, C ou alguma outra letra que apareça após o "ON" ou o "PN". As características de cada classe são estabelecidas pela empresa emissora da ação, em seu estatuto social. Essas diferenças variam de empresa para empresa, portanto, não é possível fazer uma definição geral das classes de ações.
O que são dividendos?
Uma empresa deve dividir os lucros com seus acionistas. Essa parcela direcionada aos detentores de ações é conhecida como dividendo. Ou seja, os dividendos correspondem à parcela de lucro distribuída aos acionistas, na proporção da quantidade de ações detida, apurado ao fim de cada exercício social. O estatuto social de uma companhia pode estabelecer o dividendo mínimo a ser distribuído, desde que não seja inferior a 25% de seu lucro líquido ajustado. Caso não haja previsão no estatuto social, o dividendo obrigatório deve corresponder, no mínimo, à metade do lucro líquido ajustado.
Quando uma empresa vai bem, ela divide os lucros com quem tem suas ações.
Isso são dividendos.
E bonificações?
As bonificações correspondem à distribuição de novas ações para os atuais acionistas. Excepcionalmente pode ocorrer a distribuição de bonificação em dinheiro.
Como funcionam as subscrições de novas ações?
Os acionistas têm ainda preferência na compra de novas ações emitidas ou direito de preferência na subscrição. Além de garantir a possibilidade de manter a mesma participação no capital total, esse direito pode significar ganho adicional, dependendo das condições do lançamento. Por fim, se não exercido, o direito pode ser vendido a terceiros.
Os Mercados Primário e Secundário
Você sempre ouve falar em Mercado Primário e Secundário. O que significa?
O Mercado Primário compreende o lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia.
Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações e outros ativos, geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação).
Operações como a colocação inicial, junto ao público, de grande lote de ações detido por um acionista podem caracterizar operações de abertura de capital, exigindo registro na CVM. Apesar da semelhança com o mercado primário, os recursos captados vão para o acionista vendedor (e não para a companhia), determinando, portanto, uma distribuição no Mercado Secundário.
O que são Bolsas de Valores?
São locais que oferecem condições e sistemas necessários para a realização de negociação de compra e venda de títulos e valores mobiliários de forma transparente. Além disso tem atividade de auto-regulação que visa preservar elevados padrões éticos de negociação, e divulgar as operações executadas com rapidez, amplitude e detalhes.
O que são Corretoras de Valores?
São instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Executam operações de compra e venda de ações ou de derivativos na Bolsa, em nome de seus clientes.
Há várias Corretoras aptas a negociarem em nome de seus clientes na BOVESPA.
Elas podem ajudar você a escolher as melhores opções de investimento, de acordo com o seu perfil, já que elas contam com profissionais especializados em análise de mercado, de setores da economia e de companhias. Por acompanharem o mercado o tempo todo, avaliando os principais acontecimentos, as empresas que estão progredindo e os fatores que podem gerar mudanças de cenário, as Corretoras prestam um serviço essencial aos investidores.
Corretora de Valores é a instituição que compra e vende ações para você.
Saiba mais sobre as Corretoras - clique aqui.
Quem são os Investidores?
São indivíduos ou instituições que aplicam recursos em busca de ganhos a médio e longo prazos, que operam nas Bolsas por meio de Corretoras e distribuidoras de valores, as quais executam suas ordens e recebem corretagens pelo seu serviço.
Investidores são os clientes das Corretoras.
Mercados a Vista e de Derivativos
As operações na Bolsa podem ser efetuadas nos seguintes mercados:
a Vista, no qual compradores e vendedores estabelecem um preço para um lote de ações a ser entregue e pago no prazo determinado, atualmente D+3;
a Termo, no qual as partes fixam um preço para a liquidação físico-financeira da ação em prazo futuro determinado;
de Opções de compra ou venda, no qual as partes negociam o direito de comprar/vender a ação a preço e prazo futuro determinados; e
Futuro, no qual ocorre a compra ou venda de ação a um preço acordado entre as partes para liquidação em data futura específica.
Como escolher uma Ação
As ações com o objetivo de obter ganho(s) a médio e longo prazos, em oposição a resultados imediatos, podem ser divididas em:
"blue chips" ou de 1ª linha - são ações de grande liquidez (grande quantidade de negócios) e procura no mercado de ações por parte dos investidores, em geral de empresas tradicionais, de grande porte/âmbito nacional e excelente reputação;
de 2ª linha - são ações um pouco menos líquidas, de empresas de boa qualidade, em geral de grande e médio portes;
de 3ª linha - são ações com pouca liquidez, em geral de companhias de médio e pequeno portes (porém, não necessariamente de menor qualidade), cuja negociação caracteriza-se pela descontinuidade;
A Dinâmica das Operações em Bolsa
Execução
O intermediário financeiro (Corretora) dispõe de profissionais especializados, capacitados a dar orientações sobre investimentos, receber ordens dos investidores e transmiti-las aos operadores qualificados por ele que têm acesso ao sistema de negociação das Bolsas.
Existe ainda a possibilidade do investidor dar sua ordem de compra ou venda de uma ação, via Internet, usando o site de sua Corretora (Home Broker). Nesse caso, o investidor estará enviando sua ordem diretamente ao sistema da Bolsa.
Liquidação
Executada a ordem de compra/venda de uma ação, ocorre a liquidação física e financeira, processo pelo qual se dá a transferência da propriedade dos títulos e o pagamento/recebimento do montante financeiro envolvido, dentro do calendário específico estabelecido pela Bolsa para cada mercado.
No mercado a vista, vigora o seguinte fluxo de liquidação:
D+0 - dia da operação;
D+1 - prazo para os intermediários financeiros (Corretoras) especificarem as operações por eles executadas junto à Bolsa;
D+2 - entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, caso ainda não estejam na custódia da CBLC;
D+3 - liquidação física e financeira da operação.
A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes.
A BOVESPA utiliza a CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia para liquidar as operações realizadas em seus mercados.
As Corretoras da BOVESPA e outras instituições financeiras são os Agentes de Compensação da CBLC, responsáveis pela boa liquidação das operações que executam para si ou para seus clientes.
Fonte: Bovespa
terça-feira, 15 de setembro de 2009
CURSO: DESMISTIFICANDO A BOLSA
Esta palestra é voltada para pessoas que desejam iniciar os seus primeiros passos na Bolsa de Valores, entender o seu funcionamento, o comportamento das ações, os participantes do mercado e principalmente os mecanismos para investir de forma consciente e segura. Voltada para o grande público que possuem ou não investimentos no mercado de ações e buscam otimizar as suas rentabilidades. Palestra gratuita com duração média de 60 minutos.
Fonte: XP Edutação
Fonte: XP Edutação
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Dow Jones sobe 0,22% no 1º ano da quebra do Lehman Brothers
Nova York, 14 set (EFE).- O Dow Jones Industrial, principal índice de Wall Street, fechou hoje, dia do primeiro aniversário da quebra do banco de investimentos Lehman Brothers, com uma alta de 21,39 pontos (0,22%), fixado em 9.626,80
Já o indicador da bolsa eletrônica, a Nasdaq, subiu 0,52%, aos 2.091,78 pontos. Em alta também fechou o S&P 500 (0,63%), que agrupa ações de 500 empresas, para 1.049,34 pontos.
Com esses ganhos Wall Street recebeu hoje o presidente Barack Obama, que foi a Nova York para fazer um discurso em virtude do primeiro ano da quebra do Lehman.
Obama anunciou que prepara um forte endurecimento da regulação vigente no mercado financeiro, para evitar que se repita um incidente como aquele.
Apesar da ameaça que a mensagem poderia supor para os interesses de algumas entidades financeiras, o discurso foi bem recebido pelo mercado, que ficou em alta mesmo com a notícia de que a China denunciou os Estados Unidos perante a Organização Mundial do Comércio (OMC).
No setor farmacêutico se destacou a Eli Lilly, cujos títulos subiram 0,94% após anunciar cortes de empregados para diminuir custos.
No campo da telecomunicação móvel (que em conjunto subiu 3,89%) se destacou a Sprint, com alta de 10% em suas ações, em meio a rumores de um interesse da Deutche Telecom.
As ações do Dow que mais subiram foram as da General Electric, (4,64%). A segunda maior alta entre as 30 empresas que integram esse índice foi a do banco JPMorgan (2,94%), seguido por Dupont (1,48%), Coca-Cola (1,26%), Travelers (1,20%) e Merck (1,08%). EFE
Fonte: G1
Já o indicador da bolsa eletrônica, a Nasdaq, subiu 0,52%, aos 2.091,78 pontos. Em alta também fechou o S&P 500 (0,63%), que agrupa ações de 500 empresas, para 1.049,34 pontos.
Com esses ganhos Wall Street recebeu hoje o presidente Barack Obama, que foi a Nova York para fazer um discurso em virtude do primeiro ano da quebra do Lehman.
Obama anunciou que prepara um forte endurecimento da regulação vigente no mercado financeiro, para evitar que se repita um incidente como aquele.
Apesar da ameaça que a mensagem poderia supor para os interesses de algumas entidades financeiras, o discurso foi bem recebido pelo mercado, que ficou em alta mesmo com a notícia de que a China denunciou os Estados Unidos perante a Organização Mundial do Comércio (OMC).
No setor farmacêutico se destacou a Eli Lilly, cujos títulos subiram 0,94% após anunciar cortes de empregados para diminuir custos.
No campo da telecomunicação móvel (que em conjunto subiu 3,89%) se destacou a Sprint, com alta de 10% em suas ações, em meio a rumores de um interesse da Deutche Telecom.
As ações do Dow que mais subiram foram as da General Electric, (4,64%). A segunda maior alta entre as 30 empresas que integram esse índice foi a do banco JPMorgan (2,94%), seguido por Dupont (1,48%), Coca-Cola (1,26%), Travelers (1,20%) e Merck (1,08%). EFE
Fonte: G1
Juro para consumidor é o menor em 14 anos, diz Anefac
SÃO PAULO - A taxa média de juros para pessoa física caiu de 7,21% ao mês em julho para 7,08% ao mês em agosto, informou hoje a Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Essa é a menor taxa apurada desde 1995. O estudo mostra também redução para empresas: de 4,06% ao mês em julho para 3,98% ao mês em agosto, a menor desde março de 2001.
No caso da pessoa física, o encargo anual caiu de 130,58% em julho para 127,25% em agosto. De acordo com o coordenador da pesquisa e vice-presidente da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, a taxa média de agosto para pessoa física representa "a sétima redução consecutiva, resultante da melhora do cenário econômico e a maior competição no sistema financeiro".
Das seis linhas de crédito para pessoas físicas analisadas, só o cartão de crédito sustentava as taxas de juros sem alteração. As demais tiveram os encargos diminuídos no mês. No caso das pessoas jurídicas, todas as linhas tiveram os juros reduzidos em agosto. "Considerando todas as quedas e elevações da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Banco Central (BC) neste ano, tivemos neste período (dezembro de 2008 a agosto de 2009) uma redução da Selic de 5 pontos porcentuais (queda de 36,36%), de 13,75% ao ano em dezembro de 2008 para 8,75% ao ano em agosto de 2009", informou comunicado da Anefac.
Neste período, a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 10,66 pontos porcentuais (queda de 7,73%), de 137,91% ao ano em dezembro para 127,25% ao ano em agosto. No crédito para pessoa jurídica, a redução foi de 6,96 pontos (queda de 10,44%), de 66,69% ao ano em dezembro para 59,73% em agosto.
Segundo Oliveira, o levantamento de agosto mostra a volta da situação do crédito de antes da crise econômica internacional, em setembro de 2008, tanto nos prazos dos financiamento quanto no declínio dos juros das operações. As taxas de juros e as condições de crédito (prazos, volume emprestado e flexibilidade maiores), afirma Oliveira, deverão melhorar no segundo semestre, porque o pior da crise passou e há menor risco de inadimplência. A Anefac aposta ainda em novas quedas da Selic, levando as instituições financeiras a emprestar mais e causando maior competição entre elas.
Fonte: Estadao.com.br
No caso da pessoa física, o encargo anual caiu de 130,58% em julho para 127,25% em agosto. De acordo com o coordenador da pesquisa e vice-presidente da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, a taxa média de agosto para pessoa física representa "a sétima redução consecutiva, resultante da melhora do cenário econômico e a maior competição no sistema financeiro".
Das seis linhas de crédito para pessoas físicas analisadas, só o cartão de crédito sustentava as taxas de juros sem alteração. As demais tiveram os encargos diminuídos no mês. No caso das pessoas jurídicas, todas as linhas tiveram os juros reduzidos em agosto. "Considerando todas as quedas e elevações da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Banco Central (BC) neste ano, tivemos neste período (dezembro de 2008 a agosto de 2009) uma redução da Selic de 5 pontos porcentuais (queda de 36,36%), de 13,75% ao ano em dezembro de 2008 para 8,75% ao ano em agosto de 2009", informou comunicado da Anefac.
Neste período, a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 10,66 pontos porcentuais (queda de 7,73%), de 137,91% ao ano em dezembro para 127,25% ao ano em agosto. No crédito para pessoa jurídica, a redução foi de 6,96 pontos (queda de 10,44%), de 66,69% ao ano em dezembro para 59,73% em agosto.
Segundo Oliveira, o levantamento de agosto mostra a volta da situação do crédito de antes da crise econômica internacional, em setembro de 2008, tanto nos prazos dos financiamento quanto no declínio dos juros das operações. As taxas de juros e as condições de crédito (prazos, volume emprestado e flexibilidade maiores), afirma Oliveira, deverão melhorar no segundo semestre, porque o pior da crise passou e há menor risco de inadimplência. A Anefac aposta ainda em novas quedas da Selic, levando as instituições financeiras a emprestar mais e causando maior competição entre elas.
Fonte: Estadao.com.br
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Primeiros passos para se tornar um investidor
Para aqueles que buscam entrar para o Mercado de Ações o meu conselho é: informe-se! Estude, pesquise, compre revistas, converse, participe de sites, congressos, reuniões e afins. Informação nunca é demais e sempre lhe salvará quando precisar.
Seguindo este preceito, aproveito para dar uma dica. Nenhum lugar é melhor para que o site da Bovespa, bolsa de valores, lá você encontra todas as informações pertinentes ao mercado, em uma linguagem simples e direta mesmo para você que está começando. Para isso eles possuem uma área dedicada chamada "Porgrama Educar" com material de apoio para o investidor iniciante tirar suas dúvidas sobre pregões, papéis e noções de economia.
Veja que eles possuem também palestras gratuitas em várias capitais, sempre concorridas, mas que vale a pena ficar atento a abertura da próxima turma. Acesse o link: http://www.bovespa.com.br/Investidor/Educacional/EducarOquee.asp
Começe dando o primeiro passo informando-se!
Veja que eles possuem também palestras gratuitas em várias capitais, sempre concorridas, mas que vale a pena ficar atento a abertura da próxima turma. Acesse o link: http://www.bovespa.com.br/Investidor/Educacional/EducarOquee.aspComeçe dando o primeiro passo informando-se!
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Primeiros Passos
segunda-feira, 21 de julho de 2008
gBolso: Gerenciamento online de finanças
Aqui segue a dica do caderno Digital do jornal O Globo: o GBolso um site que lhe ajuda a organizar e controlar suas finanças. Tem gráficos, tabelas, função de comparação, tudo para fazer o seu dinheiro sobrar no final do mês. A equipe ainda disponibiliza no Orkut uma comunidade para os interessados no serviço.Acesse: http://www.gbolso.com.br/
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